quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Resta um

O processo da urna eleitoral brasileira deveria ser à base de V ou F. E sem recuperação no fim do período.

Urna dúvida

Ainda não sei ao certo em quem votar para presidente. É a primeira vez que ficarei diante das urnas e, confesso, esperava mais desta experiência.
            Todo mundo, literalmente, sabe que o Brasil está razoalvelmente bem, de uns anos para cá. Mas agora que chegamos ao patamar que chegamos, regredir ou parar é burrice. E é isso que estão querendo fazer.
            Acho ridículo o que o Lula vem tentando fazer, uma forma de terceiro mandato por debaixo dos panos. “Vai Dilma, que eu tô te vendo!” Apoiar durante uma campanha eleitoral indicando sua opinião é uma coisa, daí para comandar o país sentado no banco enquanto manda a bôba da corte repetir seus gestos, é outra.
            Ninguém sabe ao certo o que Dilma vai fazer, afinal até hoje, ela não disse nada! Tudo o que ela fez foi remeter ao governo do Lula que viu na cotonete loiro uma última escolha de estender o partido. Não é o Lula que irá comandar o país, é a Dilma. Alguém, pelo menos, ensina essa mulher a sorrir?
            Eles, que respondem por nós, estão satisfeitos doando 40$ por mês. Mas “a gente não quer só comida”. Esses 40$ às vezes não são gastos da maneira que deveria,  talvez por má conscientização do indivíduo. Para cortar isto de vez, temos que criar gente que pensa de verdade. Que saibam que existem outros modos de projetar o futuro. Que sejam críticos. Mas qual candidato quer um eleitor crítico?
            Seguindo esta linha de raciocínio, respondo “Talvez a Marina Silva”. (Silva? Outra Silva?). Gosto do jeito que ela quer levar o governo. Nas suas diretrizes de governo a educação e a sustentabilidade são frisadas em todos os parágrafos. Uma educação priorizando a cultura e sua diversidade. Pronto, tudo que faltava! Porém, ela ainda não tem uma equipe forte. A não ser o Gabeirão, ainda não conheço quase ninguém do PV. E morro de medo que ela me ponha para usar saias até os tornozelos.
            Talvez se ao invés do R no meio do Serra, estivesse um N – SENRA – eu votaria no veio.
            Deixo aqui minha única certeza depois de três meses de discussões na faculdade, no estágio, no barzinho e no ônibus: (_Preencha as lacunas assim que souber o que fazer - seu tempo está acabando  )

domingo, 26 de setembro de 2010

Little Dog Blues II

    Do dia em que você chegou la em  casa até o dia em que você sumiu, muita coisa aconteceu. Não sei se fui uma boa companheira, mas você, meu amigo, você foi.
    Me desculpe por todos os banhos, mas era necessário. Mais necessário ainda eram os passeios, que costuma adiar. Mas quando a gente passeava era pra valer. Cheguei a decorar os postes e muros que você parava para cheirar. Madruguinha, maroto e malandro. Fazia jus ao nome.
    E da mesma forma que você apareceu, assim do nada, você foi embora. Eu queria muito poder te ver de novo, ser recebida pelo seu fucinho rosa com todo amor que somente os cães sabem transmitir. É muito ruim não saber onde você está agora. Sua ração Pituquinha continua lá em casa, junto aos trapos velhos que você deixou. Quem sabe um dia volte para buscar!
    É Madruga, se você estivesse lá em casa, não cobraria nunca os 14 meses de aluguel.


De cartão em cartão

E no mesmo dia que fiz o cartão da Maria Helena, fiz o da Márcia Badaró. Ambas dividem as tardes comigo, direta ou indiretamente. Uma por que sua filha, Giu, trabalha comigo e a outra, também! (O gato ou o Kiko?).
Tive que trabalhar com dois mundos diferentes, o que me agradou muito. Pensando na feminilidade das roupas vendidas pela Badaró, optei pelos tons de ciano e formas em curvas. Se reparar bem, mas beeeem mesmo, você consegue enxergar o corpo feminino moldado no cartão. Repare os dois semi-círculos na parte de cima, duas circunferências logo abaixo para formar a cintura e a conclusão com os dois semi-círculos na parte de baixo para concluir com a...digamos...ah, vocês entenderam! Optei por cortar o nome da Márcia nas laterais para deixar um clima de suspense como analogia ao tipo de roupa que ela vende.
O melhor mesmo foi ver a cara das duas de "Juuuuu, que liiindo!".
Agora eu sei o que eu vou ser quando crescer!

Cartão de, visita na minha porta



Meu primeiro cartão de visita que sai do mundo do além direto para as certeiras alheias! Impressão simples, formato normal (9x5), sob a medida e verba do cliente, ou melhor, uma Senhora Cliente!
Gostei de fazer esse trabalho, no início não estava saindo nada. Depois começou a aparecer uns rabiscos mas ainda não estava a cara "teen" que eu sabia que queriam. Pensando na diversidade de miniaturas que podem ser feitas com Biscuit (o que eu bem sei, afinal também já sujei muito a mesa lá de casa com massinhas e biscuit), optei por espalhar várias imagens pelo cartão. A cor de fonte e as flores em tons de roxo, além de ser uma quebra no preto, lembram a feminilidade da cliente (tô que tô!). Ao fundo da tarja branca (o que ocasionou boa leitura para o nome, endereço de a-mail e telefones) coloquei a frase "é só escolher o que", reforçando a diversidade já dita. Valeu Giu, valeu mariahelenalirio02@hotmail.com
Não sei onde eu to indo, só sei que eu to no meu caminho!

domingo, 19 de setembro de 2010

Desabafo n°2

Sabão em pó ta no restinho
Desodorante
Acetona
Bucha
Bom Bril
Sabonete
Pasta de dente
Biscoito
Pão
Manteiga
Shampoo
Comdicionador
Veja

O mãe, vê se me manda um dinheiro que eu to no banheiro e não tem nem papel!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Falta sentir piedade


- Deputado!
- Mas por que, se o senhor ainda não ganhou?
- Deputado!
- Nem sequer chegou a exercer o seu cargo. É a primeira vez que se candidata. Acho uma ironia o senhor contar por vencido. Não sei nem por que te chamo de senhor!
- De-pu-ta-do!

Hoje quero falar pras pessoas fracas, que já nascem com cara de abortadas. Vivem remoendo pequenos problemas e não muda quando é lua cheia.
             Por este pão pra comer, por este chão pra dormir, Vossa Excelência, Deus lhe pague!

Sheena is a Punk Rocker

Quando tinha doze para treze anos achava que quando estivesse prestes a fazer vinte eu já teria rodado o mundo todo numa kombi psicodélica, com um bando de amigos sem noção, gritando “abaixo a repressão” por todos os cantos que passasse.Não que eu não queira mais fazer isso, é que na verdade aconteceu o oposto.
            Eu, com treze anos, não conversaria comigo aos quase vinte. Estudante de Publicidade e Propaganda, aqueles trinta segundos irritantes. Irritantes. Foi descobrindo como era mais legal passar trinta segundos diante de um anúncio do que quinze minutos diante do cara gordo berrando tela à fora, que me joguei nesse maravilhoso mundo sem volta. E venho me apegando à área a cada dia que passa, vou grudando nela como velcro e não há pepsi - cola ou coca-cola, que venda uma idéia melhor para minha vida. Ou o resto dela.
Aí, quando fiz quinze anos, me sentindo madura o suficiente para começar uma carreira rock’n’roll (o que deveria ter dado certo, por que madura eu não era – afinal, quem é do rock roooooock mesmo manda o ‘madurismo’ pra p$%&¨****&¨¨#@ !), gritava “No future, no future for me!” enquanto arranhava a guitarra que pegava emprestado e sempre devolvia com uma corda a menos. Coitada da Dona Vânia, que sacrificava seu domingo no estúdio. Mas pelo menos rendia um trocado para ela. E como dizem os amigos da velha guarda: “Dona Vânia é capitalista”.
E quem não é?
Ó poderoso Joey, Johnny, Dee Dee, Vicious and Cia. que estais no céu, será que vou virar bolor?

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Eu vou voltar para a Cantareira


Não sei se é por que a gente vai crescendo e modelando a nossa maneira de perceber as coisas, ou se é a distância, mas eu nunca conversei tanto com ele como agora.
            “ Desculpa akela hora eu tava ocupado, só fui em bh rapidão fazer uma prova e ja voltei.”  
Eu nunca te disse, mas sempre que o menininho mais novo do Disney Cruj dizia “meu irmão, meu ídolo” para seu irmão prodígio, eu repetia as mesmas palavras em voz baixa, para não ferir o (seu - meu) orgulho. Saudade de casa, saudade do meu irmão.

domingo, 12 de setembro de 2010

Jararaca Alegre invade a capital

A cobra vai invadir Belo Horizonte. A revista de humor, quadrinhos e  rock'n'roll  'Jararaca Alegre' de Caratinga - MG achou o trem, pagou o ticket to ride e vai invadir a capital mineira. Seu lançamento será dia 16 de setembro, 19h no Usiminas Belas Artes, com todo o barulho a que tem direito.Peraí, foi eu que fiz este flyer? Ah muleeeque!

Peça Fantasma - Cai Bem 2

Peça AD fantasma criada para produto fictício "Cai Bem, vestidos para sofá", segunda opção. A pedido da Márcia, que trabalha comigo, para sua filha. "O Ju, faz um anúncio sobre o produto que minha filha criou para a tia da escola, 'Cai Bem' é um vestidinho para cobrir sofá, ao invés da capa tradicional. Pode me ajudar?" A tia não acreditou que foi a menina, mas ganhei crédito no serviço.

Peça Fantasma - Cai Bem

Peça AD fantasma criada para produto fictício " Cai Bem, vestidos para sofá". A pedido da Márcia, que trabalha comigo, para sua filha. "O Ju, faz um anúncio sobre o produto que minha filha criou para a tia da escola, 'Cai Bem' é um vestidinho para cobrir sofá, ao invés da capa tradicional. Você me ajuda?" A tia não acreditou que foi a menina, mas ganhei crédito no serviço.

"Casinha de Abelha" - Peça Fantasma

Identidade visual para a loja de aluguel de roupas infantis "Casinha de Abelha" (loja da minha avó) mais o cartão criado a partir desta identidade. Ainda fantasma por não ter sido confeccionado.

"O quê que há velhinho"

Página 7 do álbum que ilustra algumas estórias contadas pelo meu avô, domingo após domingo

"O quê que há velhinho"

Página 2 do álbum que ilustra algumas estórias contadas pelo meu avô, domingo após domingo

Álbum de estórias ilustradas, para meu avô - "O quê que há velhinho?"

Capa

Terra, à vista

Arte livre

Capa fantasma para o conto "O Ex-Mágico da Taberna Minhota" de Murilo Rubião

Exercício para a matéria Leitura e Interpretação de Texto, do Centro Universitário Una

Rock'n'roll

Arte livre, só para teste de programa gráfico

Tiradentes - para jornal O Guia, de Nova Lima

Ilustração para o Jornal O Guia, de Nova Lima, onde pude ajudar a diagramar os anúncios e as matérias durante um mês e meio. Aproveito e deixo aquele abraço para o pessoal de lá.

Folder fantasma - Web BH


Folder fantasma para a Web BH - Escola de informática. Criado como exercício do curso de Designer Gráfico desta mesma escola.